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Hubble faz descoberta no Universo Primitivo

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Novos resultados do Telescópio Espacial Hubble da NASA/ESA sugerem que a formação das primeiras estrelas e galáxias no início do Universo ocorreu mais cedo do que se pensava anteriormente. Uma equipa europeia de astrónomos não encontrou evidências da primeira geração de estrelas, conhecida como População III, até uma altura no passado em que o Universo tinha apenas 500 milhões de anos. Crédito: ESA/Hubble, M. Kornmesser A exploração das primeiras galáxias continua sendo um desafio significativo na astronomia moderna.  Não sabemos quando ou como as primeiras estrelas e galáxias do Universo se formaram.  Essas questões podem ser tratadas com o Telescópio Espacial Hubble através de observações profundas de imagens.  O Hubble permite que os astrônomos vejam o Universo até 500 milhões de anos após o Big Bang.  A exploração das primeiras galáxias continua a ser um desafio significativo na astronomia moderna. Não sabemos quando ou como as primeiras ...

Colisões e a origem do Sistema Solar

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A formação do Sol, o Sistema Solar e o subsequente surgimento de vida na Terra podem ser uma conseqüência de uma colisão entre nossa galáxia, a Via Láctea, e uma galáxia menor chamada Sagitário, descoberta na década de 1990 que orbita nosso lar galáctico. A galáxia anã de Sagitário orbita a Via Láctea há milhares de milhões de anos. À medida que o seu percurso em torno d a estrutura espiral da Via Láctea (que é 10.000 vezes mais massiva)  gradualmente ficava menor por conta das colisões com o disco da nossa Galáxia, as três colisões conhecidas entre Sagitário e a Via Láctea podem, segundo um novo estudo, ter desencadeado episódios de intensa formação estelar, um dos quais pode ter dado origem ao Sistema Solar. Crédito: ESA A formação do Sol, o Sistema Solar e o subsequente surgimento de vida na Terra podem ser uma consequência de uma colisão entre a nossa Galáxia, a Via Láctea, e uma galáxia menor chamada Sagitário, descoberta na década de 1990, que orbita o no...

As 5 descobertas de Parker

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Parker Solar Probe Texto e edição: Fernando Freire, Giulia Tessari A Sonda Parker Solar Probe, desenvolvida pela NASA, foi criada com o intuito de compreender melhor nosso Sol, sendo que diversas duvidas poderão ser sanadas com o estudo mais próximo das partículas que saem da estrela e da região em seu entorno. A sonda  teve sua primeira órbita ao redor do Sol em novembro de 2018 e tem o término da sua missão prevista para 2024. E em 11 de dezembro de 2019, cinco pesquisadores apresentaram novas descobertas da Parker no encontro de outono da American Geophysical Union! Tiveram seus primeiros artigos publicados pela Nature mês passado e nos mostraram alguns comportamentos muito peculiares de nossa estrela, como novos dados dos processos por trás dos ventos solares (efusão contínua de material solar), das tempestades solares que podem prejudicar astronautas e causar falhas tecnológicas; e ainda sobre a criação da chuva de meteoros Geminídeas! Vamos explorar estas no...

Astrobiologia e a busca incessante por vida em nossos arredores

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Astrobiologia Texto: Fernando Freire; Revisão: Gabriel Martins. A astrobiologia, na visão atual, é entendida como um campo de pesquisa dedicado a estudar a origem, evolução, distribuição e futuro da vida, sendo na Terra ou fora dela. Dessa forma, algumas das principais perguntas que os astrobiólogos tentam responder são: "Como a vida se originou na Terra?". A astrobiologia propõe uma abordagem convergente de diferente disciplinas, baseadas nas técnicas e rigor da ciência moderna para essas questões, as quais são apenas o início para um melhor compreensão do fenômeno da vida no universo e vêm sendo feitas pela humanidade há milênios.  Para compreender a origem da vida e possibilidade de vida extraterrestre é necessário o uso de um exemplo bem conhecido como comparação. Dessa maneira, a astrobiologia se baseia fortemente na compreensão da vida na Terra. Essa abordagem, a astrobiologia também nos direciona na busca de quais organismos são mais propícios a existire...

Existem Galáxias Anãs?

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Galáxias Anãs Texto: Fernando Freire Revisão: Giulia Tessari Galáxia Irregular Anã NGC-1140, a 60 milhões de anos luz As galáxias anãs: embora tenha pequenas dimensões, pouca massa, estrutura simples e serem difíceis de observar, são de extrema importância em várias áreas da astronomia. Elas são as galáxias mais abundantes no Universo e fundamentais em estudos de cosmologia, sobre matéria escura, formação de galáxias, produção de elementos químicos, formação de estrelas, entre muitos outros. Classificação de Hubble, também conhecida como  Diapasão  ou diagrama de Forquilha. Classificação Até cem anos atrás, considerava-se que a via Láctea fosse todo o universo conhecido. Os astrônomos buscavam nessa época apenas estimar a dimensão da Galáxia calculando a distância das estrelas observáveis e fazendo um mapeamento destas. Nessa busca foram encontrados objetos com características visuais que os distinguiam de estrelas: eles apresentava...

Trânsito de Mercúrio

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Trânsito de Mercúrio Texto de: Fernando Freire Revisão: Giulia Tessari No dia 11/11, levamos o telescópio para observar o Sol e acompanhamos, com a devida proteção, toda a passagem do pequeno planeta Mercúrio. É impossível ver diferença a olho nu e, mesmo ao telescópio, vemos uma pequena silhueta redonda cruzar o disco solar. Começou às 9h35 e terminou às 15h04. Mesmo sendo um evento longo, já era possível ver grande diferente na posição do planeta entre duas observações espaçadas por somente 10 minutos! O Trânsito sempre acontece em intervalos de 3, 7 e 13 anos. O último foi há 3 anos e o próximo acontecerá daqui 13 anos, em 2032. A descoberta Pierre Gassendi (1592-1655) era um filosofo e astrônomo francês. E foi em Paris, no ano de 1631, que ele observou pela primeira vez, com o telescópio que usava para ver as manchas solares, o planeta Mercúrio realizando um trânsito solar. Gassendi projetava a imagem do Sol num anteparo de papel numa sala escura. Ele ajustou a ...

Nikon Small World

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Concurso Nikon Small World  Texto: Fernando Freire Revisão: Giulia Tessari O concurso internacional Small World da Nikon começou em 1975 como um meio de reconhecer e aplaudir os esforços dos envolvidos com a fotografia através do microscópio óptico. Desde então, o Small World se tornou uma vitrine líder para microfotografia da mais ampla gama de disciplinas científicas.  Você imaginaria que desde 1975 já havia fotos tão complexas que, graças aos avanços tecnológicos, pudéssemos analisar complexidade estrutural e formação de diversos seres e objetos? Segue abaixo algumas das fotos em primeiro lugar dos anos anteriores: Embrião de tartaruga fluorescente (1° em 2019) Autor: Teresa Zgoda Teresa Kugler Localização: Campbell Hall, Nova York, EUA Técnica: Estereomicroscopia , Fluorescência Olho de um  besouro subquadrulífero de Metapocyrtus (1° em 2018) Autor: Yousef Al Habshi Localização: Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos Técnica: Luz refleti...